UBYFOL Produtos

Citricultura mais forte

Participei no dia 10 de maio do lançamento da previsão de safra 2017/2018 do parque citrícola do Brasil, feita pelo Fundecitrus. Temos boas notícias, pois deve ser 14% superior à média dos últimos 10 anos. A estimativa divulgada mostra mais um resultado positivo para a produção dos 349 municípios mineiros e paulistas que formam este nosso parque citrícola, o maior do mundo.

Continuar lendo
61ª edição

Cipermetrina Nortox

Estudo mostra eficiência de diferentes inseticidas no controle do Psilídeo

O emprego de agroquímicos é um dos métodos mais eficazes contra o inseto vetor do Greening.

O inseto Diaphorina citri, conhecido popularmente como Psilídeo, é transmissor da bactéria causadora do Greening, uma das principais doenças que ameaçam a citricultura. Portanto, o controle do Psilídeo torna-se uma das mais importantes medidas de manejo da doença e o emprego de agroquímicos é um dos métodos mais eficazes.

Continuar lendo
61ª edição

UPL Agricultura é nossa cultura

Cobre no cinturão citrícola: além do uso fitossanitário

Levantamento realizado por pesquisadores do Centro de Citricultura Sylvio Moreira e do Centro de Solos e Recursos Agroambientais, do IAC – Instituto Agronômico, demonstra aumento expressivo da concentração de cobre nos pomares do cinturão citrícola, tanto nas árvores como no solo.

Continuar lendo
61ª edição

A renovação de pomares sob a ótica do citricultor

Gizele Cristina Cassiano, engenheira agrônoma formada pela Faculdade de Agronomia Dr. Francisco Maeda, da Fundação Educacional de Ituverava, em 1999, mestre em Microbiologia pela Unesp – Universidade Estadual Paulista, Campus de Jaboticabal, em 2003, citricultora há 14 anos, é produtora em uma área de 175 hectares na região de Palestina, SP. Gizele conta à revista Ciência & Prática, sobre o processo de renovação dos pomares de suas fazendas e dá sugestões para os citricultores que pretendem reformar suas áreas de citros.

Continuar lendo
Página laranja

Porque as flores da Lima Acida Tahiti não viram frutos?

A Lima Acida Tahiti, apresenta varias florações durante o ano, isso ocorre pois um déficit hídrico superior a duas semanas e o posterior fornecimento de agua já é suficiente para induzir o florescimento. O problema é que a planta e a flor nem sempre estão com condições adequadas para que essa florada se transforme em frutos e produção.

Continuar lendo
61ª edição