Missão dada, é missão cumprida
Missão dada, é missão cumprida

Missão dada, é missão cumprida

Rubens Stamato

Presidente do GTACC

rubensstamatojr@terra.com.br

 

Chegou a hora do ICC 2016, Congresso Internacional de Citros. Durante esta semana (18 a 23 de setembro), centenas de congressistas estão reunidos na belíssima e moderna cidade paranaense de Foz do Iguaçu, abordando e discutindo amplos aspectos da citricultura mundial. Foram quatro anos preparando o evento, com a preocupação de que tudo corresse bem. Receber pesquisadores e interessados do mundo todo é uma responsabilidade sem par, mas, por outro lado, é uma missão confiada apenas a quem tem a coragem e a capacidade de cumpri-la. E, de fato, o resultado está sendo o melhor possível.

As palestras e as apresentações técnicas, nas quais interagem os participantes de todas as áreas, objetivam informar, mas, também, permitir a inclusão de interferências e sugestões que contribuam para vencer os diversos desafios, aperfeiçoando cada passo da imensa caminhada que representa, principalmente para o citricultor, galgar os variados níveis de produtividade.

O GTACC participou e participa desse compromisso. Parceiro do ICC 2016, o GTACC foi responsável por criar o roteiro e conduzir um dos tours pré-Congresso, mostrando para um grupo de estrangeiros a moderna citricultura do sudoeste do estado de São Paulo e a atividade científica do Centro de Citricultura “Sylvio Moreira”.

A magnífica estrutura gerada e o estrondoso sucesso de público que aderiu ao Congresso, motivaram a emoção demonstrada pelos organizadores executivos, Dirceu Mattos Júnior e Eduardo Fermino Carlos, após a cerimônia de abertura do ICC 2016.

Foi, também, com emoção que encontramos nomes tradicionais da citricultura brasileira participando do ICC 2016, junto a jovens pesquisadores que começam a se destacar dentro do nosso querido setor. Joaquim Teófilo Sobrinho, Ondino Bataglia, Santin Gravena, Antonio Ambrósio Amaro, Orlando Sampaio Passos, são alguns dos que devem receber esta citação como uma homenagem à dedicação e tenacidade que sempre destinaram à citricultura.

Importante ressaltar a atuação fundamental e o brilho das entidades que participam do evento como patrocinadoras. Além disso, o estado do Paraná mostra presença e promove a atividade de forma decisiva. A citricultura precisa voltar a se destacar. O momento é oportuno e a visão dessas empresas e entidades deve ser valorizada e elogiada. A citricultura merece a imponência e o destaque revelados durante o ICC 2016.

A valorização do setor passa, sem dúvida, pela pesquisa e pela implantação das novidades técnicas no campo, através da atuação dos extensionistas. Prestigiar as boas ações profissionais dessas classes laboriosas, contribui para a revitalização e ascensão da cadeia citrícola, em geral.

O GTACC não mede esforços na divulgação de todas as atividades que contribuam positivamente para o retorno daquela pujante citricultura de outrora, alicerçada na investigação científica, na habilidade dos técnicos, na interferência técnica dos consultores e no trabalho dos produtores rurais. Nosso desejo é que o resultado final desse conclave possa, efetivamente, trazer conhecimentos e beneficiar os agricultores de todos os países em que se pratica a cultura de citros.

Editorial

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